A um mês do Natal não o sinto e não o quero sentir...
Pela primeira vez desde os meus 16 anos não terei o meu bichano a roer os laços dos presentes ou a brincar com o menino Jesus do presépio como se de uma bola se tratasse.
Pela primeira vez desde que nasci não terei a minha avó presente.
E se o Natal já era uma época que me transmitia sentimentos contraditórios agora é simplesmente uma data que preferia riscar do meu calendário.
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