sexta-feira, 31 de maio de 2013

29 de Maio

Ando tão submersa em trabalho, em horas a mais, em cansaço extremo e tristeza que me esqueci completamente de uma data importante para mim...
29 de Maio!!!! Fez um ano que tive um dos grandes momentos da minha vida! Um dos momentos que sei que serão muito poucas as vezes, senão a unica, de sentir algo como senti. De estar na companhia de pessoas 5 estrelas (Maria, Tiago e Maria José) e que merecem o melhor do mundo.
Fez um ano que me senti como uma miuda, mas no sentido positivo da coisa. Jamais como algo embaraçoso ou algo do género.
Fez um ano que estive presente num evento red carpet, numa premiere de um filme internacional.
Fez um ano que o vi ao vivo e a cores.
Fez um ano que tive o seu autógrafo.
Fez um ano que pude trocar dois dedos de conversa com os seus pais.
Fez um ano que "conheci" Robert Pattinson!!!


Dois dias de atraso...Não me perdoo!!!!
P: Estar apaixonada é tão bom!
Eu: Então porque doi tanto???

(Des)Esperança

Hoje lembrei-me de uma expressão em inglês que é "I died a thousand deaths", não existindo tradução literal em português mas que significa basicamente "pequenas mortes". Esta expressão é algo que me é familiar, é algo que entendo...não no sentido fisico da coisa (obviamente) mas no sentido que quando perdemos pessoas, momentos e coisas que são importantes na nossa vida é como se morressemos um bocadinho com elas. E à medida que as perdemos, vamos perdendo mais e mais de nós.

Para mim, o mais assustador, o fantasma que me assola mais vezes a mente é sem duvida a morte da esperança. Confesso que nunca fui a melhor pessoa para falar nisso, nunca fui sequer uma miuda/ mulher esperançosa. O meu lema nunca foi "quem espera sempre alcança", o meu lema sempre foi mais o do "quem espera desespera".

Há dias, dei por mim a pensar se a esperança tinha realmente morrido? Se as minhas pequenas mortes tinham chegado à derradeira etapa da esperança e esta tinha finalmente sucumbido às provas de esforço...Não morreu, mas encontra-se fraquinha, a necessitar de suporte de vida para não dar o ultimo sopro.

Tudo começou com a tentativa de uma das babes de combinarmos um jantar todas, onde iriam estar presentes os respectivos. Primeiro pensamento: Boa! Segundo: Sou a única sem ninguem! Fico felicissima em saber que as minhas babes estão encaminhadas, adoro de paixão os frutos das suas relações, diverti-me no casamento, nos baptizados e primeiros aniversários dos filhos, deliro com as gravidezes delas mas a verdade...estou sozinha! Realmente sozinha!E há muito que estou assim. Não me refiro ao lado fisico da coisa, mas ao lado mais doloroso e mais intrinseco, estou sozinha emocionalmente. E a minha própria companhia começa a ser cansativa para mim!

Por isso, daí dizer que a minha esperança encontra-se em modo de suporte de vida. Começo a não acreditar no futuro, na conversa da treta de "toda a panela tem a sua tampa", da "todo o parafuso tem a sua porca" e mais blás do género. Aliás estou numa fase que não suporto ouvir esse tipo de expressões altamente positivas ditas, maioritariamente, por pessoas que têm efectivamente alguém.

Começo a perder a força animica para acreditar, para acreditar em mim e nos outros...




segunda-feira, 13 de maio de 2013

Even tough...

Even tough is wrong,
Even tough I can´t say it out loud,
Even tough it´s the last thing that should be on my mind,
Even tough you don´t deserve even an inch of space on my heart,
I miss you...

Exactly this...

https://youtu.be/SFGvmrJ5rjM