sexta-feira, 14 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Mulher Invisivel
É uma sensação estranha e de vazio quando nos zangamos com as babes, com as nossas pessoas...
Mesmo sabendo que a discussão não termina a amizade, algo que se quebra por dentro.
Não ando numa fase muito simpática, aliás a fase que atravesso é algo intensa e muito interior. O sentimento de sermos descartáveis, de sermos alguém que facilmente alguém esquece, de sermos um pouco invisiveis.
Honestamente pergunto-me se fui infantil, se exagerei mas a verdade é que há sempre duas realidades: A do mundo e aquela que sentimos como nossa. É essa que importa, principalmente quando estamos numa fase em que tudo o que gira em torno de nós, simplesmente gira, não permanece.
O motivo desta discussão fui eu. Sim, isso consigo afirmar. O que não lhes consigo dizer a elas, o que me falta coragem é explicar verdadeiramente o porquê...O como me sinto sozinha, o como me sinto ignorada, em como sinto dentro de mim esta sensação de abandono, de falta de importância. Como se não tivesse valor para ninguém. Sou necessária qb, mas não o suficiente para se lembrarem de mim em momentos que a minha ajuda não é precisa.
Não tenho filhos, não tenho nenhuma relação séria, não estou desempregada, não estou doente fisicamente, logo não vale a pena saber como estou porque a minha vida não é assim tão importante, aquilo que tenho para dizer não é fundamental e a minha presença não é requerimento obrigatório.
Sim, já sei de cor e salteado que essa importância vem de dentro para fora e que se eu não gostar de mim e blá blá do género...Mas e se eu não sei fazer isso? Onde se aprende? Como se interioriza e acredita nestes mantras?
Mesmo sabendo que a discussão não termina a amizade, algo que se quebra por dentro.
Não ando numa fase muito simpática, aliás a fase que atravesso é algo intensa e muito interior. O sentimento de sermos descartáveis, de sermos alguém que facilmente alguém esquece, de sermos um pouco invisiveis.
Honestamente pergunto-me se fui infantil, se exagerei mas a verdade é que há sempre duas realidades: A do mundo e aquela que sentimos como nossa. É essa que importa, principalmente quando estamos numa fase em que tudo o que gira em torno de nós, simplesmente gira, não permanece.
O motivo desta discussão fui eu. Sim, isso consigo afirmar. O que não lhes consigo dizer a elas, o que me falta coragem é explicar verdadeiramente o porquê...O como me sinto sozinha, o como me sinto ignorada, em como sinto dentro de mim esta sensação de abandono, de falta de importância. Como se não tivesse valor para ninguém. Sou necessária qb, mas não o suficiente para se lembrarem de mim em momentos que a minha ajuda não é precisa.
Não tenho filhos, não tenho nenhuma relação séria, não estou desempregada, não estou doente fisicamente, logo não vale a pena saber como estou porque a minha vida não é assim tão importante, aquilo que tenho para dizer não é fundamental e a minha presença não é requerimento obrigatório.
Sim, já sei de cor e salteado que essa importância vem de dentro para fora e que se eu não gostar de mim e blá blá do género...Mas e se eu não sei fazer isso? Onde se aprende? Como se interioriza e acredita nestes mantras?
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
I don´t wanna dance by myself anymore...
Quero um par...
Quero umas mãos para dançar,
Quero uns labios para beijar,
Quero uma vida para partilhar!
Quero dar passeios sem grande destino, quero poder ir ao cinema e decidir se vemos um filme de “gajas” ou se lhe faço a vontade e vejo um filme de acção. Quero alguem com quem partilhar mensagens de bom dia, de boa noite e que sorrir seja a ultima coisa que faço antes de adormecer.
Quero ir jantar fora só porque sim! Quero dançar e poder olhar para trás e ver que ele está ali. A conversar com os amigos, a beber um copo e a trocar um olhar cumplice comigo.
Quero colocar um avental e apenas um avental e fazer um jantar para dois e a seguir enroscarmo-nos no sofá porque está frio na rua.
Quero alguém para ir de férias comigo, fazer praia e ter a certeza que alguém vai carregar a geleira porque já não vai ser preciso que seja eu fazer isso. Quero estender-me na toalha e ser surpreendida com gotas geladas de quem acaba de ir dar um mergulho rápido porque estar a apanhar sol é uma seca.
Quero tirar fotografias românticas, giras, parvas, com caretas e sorrisos que não envolvam apenas a minha pessoa. Que envolvam muito mais que isso. Que simbolizem a união e cumplicidade entre dois seres. Que simbolizem um amor recíproco.
Quero um namorado e tudo o que vem com esse querer. Sem medos de discussões, de arrufos, de ciumes, de pensar “Não te posso ver hoje”. Porque sei que uma relação também traz os sorrisos, o coração a palpitar, o dar por mim a sorrir porque pensei nesse alguém, porque implica uma partilha de tudo aquilo que até hoje não partilhei ainda...Sentimentos puros e sentidos por ambas as partes! Sentir as famosas borboletas no estomago e não ter medo de as sentir...
Quero umas mãos para dançar,
Quero uns labios para beijar,
Quero uma vida para partilhar!
Quero dar passeios sem grande destino, quero poder ir ao cinema e decidir se vemos um filme de “gajas” ou se lhe faço a vontade e vejo um filme de acção. Quero alguem com quem partilhar mensagens de bom dia, de boa noite e que sorrir seja a ultima coisa que faço antes de adormecer.
Quero ir jantar fora só porque sim! Quero dançar e poder olhar para trás e ver que ele está ali. A conversar com os amigos, a beber um copo e a trocar um olhar cumplice comigo.
Quero colocar um avental e apenas um avental e fazer um jantar para dois e a seguir enroscarmo-nos no sofá porque está frio na rua.
Quero alguém para ir de férias comigo, fazer praia e ter a certeza que alguém vai carregar a geleira porque já não vai ser preciso que seja eu fazer isso. Quero estender-me na toalha e ser surpreendida com gotas geladas de quem acaba de ir dar um mergulho rápido porque estar a apanhar sol é uma seca.
Quero tirar fotografias românticas, giras, parvas, com caretas e sorrisos que não envolvam apenas a minha pessoa. Que envolvam muito mais que isso. Que simbolizem a união e cumplicidade entre dois seres. Que simbolizem um amor recíproco.
Quero um namorado e tudo o que vem com esse querer. Sem medos de discussões, de arrufos, de ciumes, de pensar “Não te posso ver hoje”. Porque sei que uma relação também traz os sorrisos, o coração a palpitar, o dar por mim a sorrir porque pensei nesse alguém, porque implica uma partilha de tudo aquilo que até hoje não partilhei ainda...Sentimentos puros e sentidos por ambas as partes! Sentir as famosas borboletas no estomago e não ter medo de as sentir...
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
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Exactly this...
https://youtu.be/SFGvmrJ5rjM
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Aproximamo-nos a passos largos de mais um final de ano e a mim parece-me que este passou sem eu dar conta. Talvez porque não estou onde acha...
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Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância, pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preg...

